
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Kendi Sakamoto
domingo, 20 de setembro de 2009
Como nasceu um desenhista

*atualizado em 21/09/09
Hum, agora sim, estou feito na vida!
Reclame retirado do gibi Flecha Ligeira n° 93, editora RGE, 1966.
Pois e não é que existiu mesmo a dita Escola Panamericana de Arte? E mais, com o texto indicado pelo Ismael, descobrimos que os “12 Famosos Artistas” eram nada menos que Hugo Pratt, Alberto Breccia, Tito Menna, Enrique Vieytes, Pablo Pereyra, Rodolfo Claro, Joaquin Albistur, Joao Mottini, Carlos Roume, Narciso Bayon, Luis Angel Dominguez e Carlos Freixas.
A Escola Panamericana é mais um importante episódio na história dos quadrinhos argentinos. Vale a pena dar uma passada no link indicado. Obrigado Ismael.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Xiru Lautério
Recebi há poucos dias dois exemplares de HQs do Byrata. Xiru Lautério e os Dinossauros Parte 1 e Xiru Lautério e os Centauros.
Byrata é quadrinhista de forte atuação no incentivo da produção de HQs nacionais e regionais. Já na década de 70 publicava tiras de cunho gauchesco. A partir daí foram vários projetos voltados aos quadrinhos brasileiros. Entre eles se destacam Quadrins e Garganta do Diabo (ambos já comentados aqui no blog). É um dos fundadores do Núcleo de Quadrinhistas de Santa Maria, o Quadrinhos SA. Realiza oficinas de quadrinhos e cartuns em escolas, universidades (onde já participei) e feiras de livro. Organiza, também, junto com o Máucio, o Santa Maria Cheia de Graça, Salão de Humor do Mercosul.
Xiru Lautério é um dos personagens mais marcantes de sua produção, já com mais de 30 anos. Gaudério de dormir ao relento em potreiro, Xiru representa muito do imaginário dos e sobre os gaúchos. Macho de domar cavalo na “base do “pelego na cara e maneador nas patas””, Lautério não consegue acreditar e compreender muito as coisas sobrenaturais que lhe aparecem pelo caminho, mesmo assim interage tranquilamente com as mesmas. É como se deixasse levar por aquilo que lhe surge na frente.
Para descobrir mais sobre os projetos e saber como adquirir seus exemplares vale a olhada na reportagem da Silvia Medeiros para o ClicRBS. Eu já estou aqui, orgulhoso, com meus exemplares.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Mad
Conheça um pouco da história da revista Mad nesta matéria do Edição Extra. Entrevistas com Marcio Baraldi e Raphael Fernandes.Reportagem: Caroline Arice
Produção: Vinícius Saccomani
Imagens: José Navarro Filho
Via Novo Chato da Mad.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Bira Dantas
Bira Dantas, um dos mais importantes chargistas brasileiros, com forte atuação em sindicatos foi matéria do programa Espelho Urbano. O programa é uma produção dos acadêmicos do quarto ano de jornalismo da Puc Campinas. Equipe: Matheus Filippi, Maiara de Lima, Matheus Pezzotti, Bruno e Edson e professora Ivete Cardoso.Confira aqui:
terça-feira, 21 de julho de 2009
Katy Apache

Aventuras em Quadrinhos nº 8Grafipar / PB / 1980 / 34 pág
Que Bonelli que nada! Faroeste bom é faroeste de Mozart Couto. Todo nosso respeito para com o Tex (aliás, Tex é o cara!), mas não há como concorrer com Katy Apache.
Ao que tudo indica temos aqui mais um caso de uma ótima personagem de quadrinhos brasileiros esquecida. Garota sexy, ingênua e pistoleira, Katy Apache tinha tudo para ser destaque na atual produção nacional.
Com roteiros e desenhos de Mozart Couto, a história de Katy desta edição possui apenas 22 páginas. Pouco para seu potencial. Para o roteiro render seriam necessárias ao menos 100 páginas, o mínimo que uma história do Tex tinha. E a arte? Bom, alguém aí quer discutir a qualidade de Couto?
Ps.: Quando não era Mozart Couto era outro mestre, Claudio Seto quem tomava conta de Katy Apache.
Ao que tudo indica temos aqui mais um caso de uma ótima personagem de quadrinhos brasileiros esquecida. Garota sexy, ingênua e pistoleira, Katy Apache tinha tudo para ser destaque na atual produção nacional.
Com roteiros e desenhos de Mozart Couto, a história de Katy desta edição possui apenas 22 páginas. Pouco para seu potencial. Para o roteiro render seriam necessárias ao menos 100 páginas, o mínimo que uma história do Tex tinha. E a arte? Bom, alguém aí quer discutir a qualidade de Couto?
Ps.: Quando não era Mozart Couto era outro mestre, Claudio Seto quem tomava conta de Katy Apache.
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